

Em seu artigo na nova edição da Revista de Estudos Espíritas, Alexandre Lobato recorre à informações robustas, como as primeiras experiências de Willian Crookes com a luz vermelha, ou as revelações de André Luiz, na obra “Missionários da luz”, para explicar por que as as Casas Espíritas utilizam a luz vermelha, ou azul, nos momentos dos passes.
Sejam nos passes do salão ou nos tratamentos espirituais. Essas cores de luz, ou a meia-luz, ajudam na utilização dos fluídos e nos fenômenos mediúnicos.
Leia na íntegra à página 8, Revista CELD – edição outubro/2023.